• Decisões e soluções cresce 170% em 2014

    Decisões e soluções cresce 170% em 2014

    A DECISÕES E SOLUÇÕES é uma consultora imobiliária e financeira, 100% nacional (capital integralmente português) que presta um serviço de aconselhamento personalizado e independente, a particulares e empresas, com Soluções 360º para a compra, venda e arrendamento de imóveis, bem como ao nível do crédito bancário, seguros, obras de remodelação e construção de imóveis. Esta consultora é líder nacional em consultoria imobiliária e financeira, fechou o ano de 2014 com um crescimento de 170% na faturação da área imobiliária face a 2013 e prestou serviços de aconselhamento com Soluções 360º a mais de 20.500 novos clientes. A área seguradora também registou o seu melhor ano de sempre apresentando uma carteira de seguros que já ultrapassa os 50.000 clientes. A consultora 100% nacional, que em 2014 inaugurou 12 novas agências em Portugal, iniciou também o seu processo de internacionalização para vários países, estando já presente no mercado brasileiro através da DECISÕES E SOLUÇÕES BRASIL. “2014 foi um ano de crescimento em várias áreas de atuação da DECISÕES E SOLUÇÕES, destacando-se a mediação imobiliária, a mediação de obras, a construção de imóveis e a mediação de seguros. Em todos estes domínios obtivemos os melhores resultados de sempre” afirma Paulo Abrantes, diretor-geral da […]

     
  • Renegociação de empréstimos com novos mecanismos

    Renegociação de empréstimos com novos mecanismos

    No último ano, a renegociação dos empréstimos ganhou um novo alento. Foi publicada legislação com o objectivo claro de facilitar o contacto entre o banco e o cliente. Entre outros aspectos, as instituições financeiras passaram a estar obrigadas a detectar sinais de risco de incumprimento e a esperar 90 dias para avançar com a resolução judicial de atrasos no pagamento das prestações de empréstimos. Se o cliente de crédito estiver em dificuldades para cumprir com o pagamento dos empréstimos que contraiu, o primeiro passo a seguir será contactar o banco. Quanto mais cedo o fizer, mais fácil poderá ser a resolução do problema. Numa situação destas, a família em incumprimento será inserida no programa PARI: Plano de Acção para o Risco de Incumprimento. Este cenário, vai obrigar o banco a olhar para a situação financeira do cliente. O Gabinete de Apoio ao Sobreendividado recomenda que este primeiro contacto seja feito apenas entre o cliente e o banco e só se houver dificuldades no processo é que se deve pedir ajuda à DECO. Em caso de descontentamento no relacionamento com o banco, o cliente pode ainda recorrer ao Livro de Reclamações. Este ano, as instituições financeiras passaram a ter um maior […]

     
  • Seguros de protecção financeira

    Seguros de protecção financeira

    Num contexto económico como o actual, honrar os compromissos financeiros em caso de perda abrupta de rendimentos é a mais-valia oferecida pelos Seguros de protecção financeira. Este tipo de seguros começam a fazer mais sentido para as famílias portuguesas. Eram já os vários produtos existentes no mercado como os de proteção ao crédito, garantindo que o pagamento das prestações contratadas junto de uma instituição financeira não deixava de ser liquidado em caso de desemprego involuntário ou invalidez, que impedisse o subscritor de honrar os seus compromissos financeiros. Agora, os seguros de proteção financeira começaram a assegurar outros pagamentos, que os seus subscritores assumem habitualmente com regularidade e que cujo eventual incumprimento poderia pôr em causa a utilização de determinado bem ou serviço por ele considerado relevante. Este tipo de seguros asseguram o pagamento da conta da eletricidade, da água, do gás ou do telefone em caso de perda involuntário do rendimento. Proporcionar aos subscritores uma almofada financeira que lhes permita não interromper o fornecimento ou usufruto de bens ou serviços que considerem essenciais para o seu quotidiano é a principal missão dos seguros de proteção financeira, que habitualmente cobrem a perda de rendimento durante 6, 12 ou 24 meses. Da […]

     
 

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